A cruz não é apenas um símbolo da fé cristã. Ela é um lugar de decisão.
No Calvário, Jesus foi crucificado como um criminoso, entre dois condenados. Três cruzes. Três posições. Três respostas à graça de Deus.
A pergunta que ecoa até hoje é direta e pessoal:
vamos viver do nosso jeito ou do jeito de Jesus?
Jesus ocupa o centro não por acaso. Ele se torna o divisor da história e da humanidade.
Ele não foi para a cruz por ganância, inveja, covardia ou crueldade humana.
Ele foi para a cruz porque o Pai o entregou por amor.
Jesus não tinha pecado, mas assumiu os nossos.
Ele não precisava morrer, mas escolheu nos dar vida.
A cruz do centro revela que a salvação não começa no esforço humano, mas na iniciativa divina.
O ladrão da esquerda fala com Jesus, mas não se rende a Ele.
Reconhece quem Jesus é, mas quer ser salvo do seu próprio jeito.
Esse é o maior perigo espiritual:
estar perto da graça e ainda assim rejeitá-la.
Não existe rejeição mais trágica do que aquela que acontece diante da última oportunidade.
Mesmo condenado, aquele homem vive um encontro que muda sua eternidade. Ele:
Nada externo mudou.
Mas tudo mudou dentro dele.
Reconhecer o pecado é o início da salvação.
E a resposta de Jesus foi imediata:
“Hoje você estará comigo no paraíso.”
No fim, todos nós estaremos diante da cruz.
E a pergunta permanece:
do meu jeito ou do jeito de Jesus?
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