A quarta-feira costuma ser o ponto de virada da semana. O corpo já sente o peso, a mente acelera, e a boca, muitas vezes, fala além do necessário. Palavras que aliviam por um instante, mas deixam marcas duradouras.
Deus não nos chama para acusação, mas para realinhamento. Porque antes de mudar cenários externos, Ele ajusta declarações internas.
“A língua tem o poder de vida e morte.” (Provérbios 18:21)
Nem tudo que enfrentamos é oposição espiritual. Algumas batalhas são consequências diretas das palavras que liberamos.
Frases como:
não são apenas pensamentos — são decretos verbais.
Se a vida está amarga, não adianta trocar o copo. A fonte precisa de cura.
Desde o princípio, Deus criou falando. E ao nos formar à Sua imagem, Ele nos concedeu uma boca que cria ambientes.
Com palavras, podemos:
O que a sua boca tem criado ultimamente?
A colheita não começa no campo — começa na boca.
No Reino de Deus:
Palavra não é desabafo. Palavra é decreto.
A boca não pode ser altar no culto e esgoto no trânsito.
Onde o governo de Deus se estabelece, a maldição não permanece.
“Já não haverá maldição alguma, porque o trono de Deus está estabelecido.” (Apocalipse 22:3)
Se a boca vira altar, o trono se estabelece.
E onde o trono governa, a maldição perde espaço.
Biblicamente, bênção não é elogio.
Bênção é alinhamento com o propósito de Deus.
Da mesma forma, maldição não é xingamento — é autorização espiritual para aquilo que Deus nunca planejou.
Bênção constrói caminhos.
Maldição levanta muros.
Aplicação prática — como viver isso no dia a dia
Troque decretos. Troque a fonte. Troque o futuro.
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